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A greve dos caminhoneiros e a crise cambial da Argentina, principal destino de produtos manufaturados do Estado, afetaram fortemente as exportações gaúchas em maio. Mesmo com o bom desempenho das commodities – alta de 13,4%, em um total de US$ 812 milhões –, o valor embarcado pela indústria de transformação (US$ 940 milhões), foi 10,6% menor no mês, em comparação ao mesmo período de 2017. Já para o país vizinho, a redução foi de 22,2%. Como consequência dessas dificuldades, as exportações totais do RS também tiveram queda: 0,8%, totalizando US$ 1,77 bi.

Com três dias úteis a mais do que em igual período de 2017, as exportações totais gaúchas subiram 6,4% em abril, ao somarem US$ 1,6 bilhão. Considerando apenas a indústria de transformação, que alcançou US$ 1 bilhão e representou 62,7% da pauta, a variação foi ainda maior, 12,5%. “A Argentina, principal destino dos produtos manufaturados produzidos pelo nosso estado, vive um período turbulento.

Anunciada nesta segunda-feira (7) na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), a Câmara Empresarial Argentino-Brasileira do RS (Ceab-RS) surge com a finalidade de promover e incentivar ainda mais o desenvolvimento das relações comerciais e econômicas entre a Argentina e o Estado. “Trabalhamos nos últimos dois anos para criar um sistema mais forte que vincule empresários dos dois países para exportar e importar, aumentar a corrente de comércio nos dois sentidos.

O lançamento da Câmara Empresarial Argentino-Brasileira do Rio Grande do Sul (CEAB-RS) ocorre na próxima segunda-feira (7), a partir das 11h, na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), com a participação do embaixador do país no Brasil, Carlos Magariños. A finalidade da Câmara é promover e incentivar o desenvolvimento das relações comerciais e econômicas entre o Estado e a Argentina, que atualmente é a principal origem das importações gaúchas e o segundo destino das exportações.

O resultado das exportações gaúchas revela uma grande expansão em fevereiro, na comparação com o mesmo mês do ano passado. As vendas externas totais cresceram 219,5%, somando US$ 2,98 bilhões, nesse caso contabilizada uma plataforma de petróleo e gás (P-74), no valor de US$ 1,53 bilhão. A influência exercida sobre o resultado da indústria também foi acentuada (+221%, totalizando US$ 2,72 bilhões).

As exportações de janeiro deste ano da indústria do Rio Grande do Sul registraram o melhor desempenho neste mês desde 2012, alcançando US$ 1,05 bilhão, 16,3% a mais do que em igual período de 2017.  A variação foi superior à registrada pela indústria nacional, de 12,5%. “O bom resultado se dá pela base de comparação baixa e pelo aquecimento da demanda externa, principalmente de mercados que consomem boa parte de nossos produtos, como Argentina, Estados Unidos e União Européia”, explica o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry.

Cinco compradores do setor de vestuário e acessórios de Argentina, Chile, Costa Rica e Equador estiveram na sede da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), nesta quarta-feira (6), para conhecer mais de perto as indústrias gaúchas do segmento e prospectar negócios. Eles participaram do Encontro Internacional de Negócios do Setor da Moda, com a presença de 16 indústrias do Estado de segmentos como bijuterias, bolsas, bonés, calçados, moda feminina casual, intima, praia e para adolescentes.

Foram 138 reuniões realizadas, envolvendo 21 empresas gaúchas com 10 compradores estrangeiros. O Encontro Internacional de Negócios de Alimentos e Bebidas 2017, que ocorreu na segunda-feira (23), na sede da FIERGS, teve como resultado a concretização de US$ 1,5 milhão em acordos, e a expectativa de geração de mais US$ 8 milhões para os próximos 12 meses.

Dar sequência ao projeto de aproximação entre o Rio Grande do Sul e a província argentina de Misiones foi o objetivo do seminário realizado na sede da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), nesta terça-feira (10).

As exportações totais do Rio Grande do Sul somaram US$ 1,79 bilhão e apresentaram um crescimento muito pequeno em maio, na comparação com o mesmo mês do ano passado: 0,6%. Em uma análise desagregada, o grupo das commodities (totalizando US$ 718 milhões) caiu 1,1%. A indústria de transformação, por sua vez, embarcou US$ 1,05 bilhão, incremento de apenas 1,2%, bem inferior ao do Brasil no período, que foi de 4,5%.