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A crise cambial na Argentina e a redução das vendas de carne suína provocada pelo embargo da Rússia, no contexto externo; e a greve dos caminhoneiros, no contexto interno, provocaram forte retração nas exportações da indústria de transformação gaúcha no segundo trimestre de 2018, em relação ao mesmo período de 2017. É o que revela a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), ao divulgar, nesta terça-feira (10), a Balança Comercial.

Excesso de estoques, ociosidade elevada e redução de empregos, apesar do aumento da produção no setor em maio, foram os problemas detectados na pesquisa da Sondagem Industrial RS, divulgada pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), nesta quarta-feira (28). Este cenário, aliado à indefinição na crise política, piora as expectativas de crescimento da demanda para os próximos seis meses.

A turbulência econômica internacional, que começou nos Estados Unidos, teve um momento simbólico que marca o seu início: a concordata do banco norte-americano de investimentos Lehman Brothers no dia 15 de setembro de 2008. Considerando esta data, num balanço de um ano, o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) Paulo Tigre, afirma que o Brasil pode sair da crise em situação melhor do que entrou. "Mas, somente acontecerá se o País aprender e aplicar as lições aprendidas nesse cenário de dificuldades".

O encontro empresarial G-20, que reúne 20 municípios da região do Planalto, em Carazinho, teve a participação do presidente do Sistema FIERGS, Paulo Tigre, na quinta-feira. O industrial falou a respeito dos efeitos da crise internacional na economia gaúcha e como ela pode ser amenizada. Durante o evento, que teve a participação de cerca de cem pessoas, também foram apresentados detalhes da atuação de Sesi, Senai e IEL no Rio Grande do Sul.

A crise internacional e a reação da economia brasileira foi o tema abordado pelo presidente do Banco Central do Brasil, Henrique Meirellles, no Fórum de Economia sobre a Crise, realizado nesta quarta-feira (6), na FIERGS. Ele falou da sede da CNI em Brasília, por videoconferência, para 500 pessoas que participaram do evento promovido pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), por meio do Instituto Euvaldo Lodi (IEL-RS), com apoio da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Rio Grande do Sul, Paulo Tigre, reuniu-se hoje, quinta-feira (16), em Brasília, com o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, para apresentar propostas que minimizem os efeitos da turbulência internacional na economia do Estado.

A atual crise mundial tem três vertentes: a econômica, que teve início nos Estados Unidos, a da globalização, que deve ser revista, e a ambiental, que com as mudanças climáticas terá que mudar radicalmente sua matriz energética. Neste contexto, o Brasil tem uma chance histórica. Assim o economista, naturalizado francês, Ignacy Sachs, especialista em ecodesenvolvimento e associativismo, definiu em sua palestra "Crise como Oportunidade", o momento do País.

"Apesar da turbulência econômica mundial, 53,5% das micro e pequenas empresas gaúchas devem fazer investimentos em 2009. Esse dado comprova que podemos e devemos utilizar a atual situação financeira para reavaliar estratégias e ampliar projetos inovadores, capazes de transformar a crise em um momento de oportunidades‘‘. A afirmação é do presidente do Sistema FIERGS e do Conselho Deliberativo do Sebrae/RS, Paulo Tigre, na abertura do Seminário Tempo de Agir e Criar Oportunidades, que teve a participação de 250 empreendedores, na quarta-feira.

Cinquenta e cinco integrantes dos conselhos regional e consultivo do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-RS) e vice-presidentes regionais do CIERGS se reuniram nesta terça-feira (24) na sede da entidade. "A mensagem deste encontro pode ser resumida em uma palavra: compartilhar", afirmou o presidente do Sistema FIERGS, Paulo Tigre, ao explicar que a intenção da reunião foi abrir espaço também para Sesi e IEL. "Tudo começa pelo mútuo conhecimento, e é pelo conhecimento comum que podemos compartilhar as nossas ações", lembrou.

"Precisamos estar atentos a todos os movimentos de mercado que estão acontecendo. O momento que passamos requer a necessidade de uma reflexão sobre um novo realinhamento de posições para enfrentarmos os impactos da crise", afirmou o presidente do Conselho de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Concex), Cezar Müller, na abertura do seminário "A Crise e o Crédito,Entenda os Impactos da Crise Financeira Internacional na Captação de Empréstimos". O evento foi realizado pela FIERGS, por meio do Concex, nesta quinta-feira (12), na sede da entidade.