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A indústria de transformação gaúcha reduziu em 12,7% suas exportações em julho, na comparação com o mesmo mês do ano passado, ao vender para o exterior US$ 897 milhões. Contribuíram mais significativamente para este resultado negativo Máquinas e equipamentos, com queda de 28,2%; e Veículos automotores, com -20,3%. Os segmentos de Alimentos (9,2%) e Celulose e Papel (20,5%) se destacaram positivamente, insuficiente, todavia, para compensar as perdas.

A agenda de internacionalização possui muitas barreiras envolvendo a infraestrutura, a logística e a tributação. Esse foi um dos assuntos abordados na terça-feira (7), no evento Sul for Export, realizado pelo Grupo Amanhã, com apoio das Federações das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Santa Catarina (FIESC) e Paraná (FIEP), em Florianópolis.

A crise cambial na Argentina e a redução das vendas de carne suína provocada pelo embargo da Rússia, no contexto externo; e a greve dos caminhoneiros, no contexto interno, provocaram forte retração nas exportações da indústria de transformação gaúcha no segundo trimestre de 2018, em relação ao mesmo período de 2017. É o que revela a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), ao divulgar, nesta terça-feira (10), a Balança Comercial.

O ano de 2018 começa bem para a indústria gaúcha, aponta a Sondagem Industrial, divulgada nesta terça-feira (27) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). O índice que mede a evolução da produção alcançou 52,8 pontos em janeiro, o que denota um crescimento em relação a dezembro de 2017. Desde 2013, o índice não ficava acima de 50 pontos no primeiro mês do ano. Da mesma forma, o emprego (53 pontos) mostrou o primeiro crescimento no mês em oito anos. “O cenário de recuperação deve persistir nos próximos meses.

As exportações de janeiro deste ano da indústria do Rio Grande do Sul registraram o melhor desempenho neste mês desde 2012, alcançando US$ 1,05 bilhão, 16,3% a mais do que em igual período de 2017.  A variação foi superior à registrada pela indústria nacional, de 12,5%. “O bom resultado se dá pela base de comparação baixa e pelo aquecimento da demanda externa, principalmente de mercados que consomem boa parte de nossos produtos, como Argentina, Estados Unidos e União Européia”, explica o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry.

 A indústria de transformação do Rio Grande do Sul terminou o ano de 2017 com aumento disseminado, mas pequeno em suas exportações: 1,5% em relação a 2016, totalizando US$ 12,6 bilhões. “A elevação da demanda externa do Mercosul e dos demais países da América Latina, favorecida pelo cenário internacional positivo, foi fundamental para gerar esse crescimento. O resultado, no entanto, devolve apenas uma pequena fração das perdas sofridas pelo nosso setor nos últimos anos.

As exportações do Rio Grande do Sul registraram crescimento de 6% no acumulado de janeiro a novembro de 2017, em comparação ao mesmo período do ano passado. Alcançaram US$ 16,25 bilhões, sendo a indústria responsável por US$ 11,4 bilhões deste total, o que representa US$ 153 milhões a mais nesses 11 meses, incremento de 1,4% em relação a 2016. “O resultado deste ano ainda é tímido e apenas devolve uma pequena parte das perdas que ocorrem para os exportadores desde 2012.

Com o objetivo de discutir os gargalos da competitividade brasileira e os principais desafios para inserção das empresas no mercado externo, a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) realizou em sua sede, nesta quarta-feira (29), o Encontro de Comércio Exterior. “A internacionalização propicia novos mercados, novas oportunidades e conhecimentos. Deveria ser uma política da empresa, não uma opção. A empresa não precisa desistir de nada do mercado interno para pensar em exportar e/ou internacionalizar.

Para discutir os gargalos da competitividade brasileira e os principais desafios para as indústrias no mercado externo, a FIERGS realiza na próxima quarta-feira, dia 29, o Encontro de Comércio Exterior. Será na sede da entidade, em Porto Alegre, a partir das 13h45min. A indústria de manufaturados, especialmente, há 10 anos apresenta um déficit acumulado de mais de US$ 700 bilhões na balança comercial de seus produtos.

Influenciadas principalmente pela expansão das vendas de Alimentos (23,9%), Tabaco (17,3%), Veículos automotores, reboques e carrocerias (48,2%) e Químicos (16,3%), as exportações do Rio Grande do Sul somaram US$ 1,59 bilhão em outubro, crescimento de 27,2% em relação ao mesmo mês de 2016. O setor industrial embarcou US$ 1,24 bilhão, o que representa 18,7% a mais nessa base de comparação, gerando a maior contribuição para o saldo final agregado.