AV. ASSIS BRASIL, 8787, SARANDI, PORTO ALEGRE-RS | CENTRAL DE ATENDIMENTO 0800 51 8555 

Você está aqui

greve

A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, em decisão na reunião de diretorias na noite desta terça-feira (12), reiterou sua posição contra o tabelamento de fretes, defendendo a livre negociação entre as partes. “Muitas indústrias estão parando a produção, por não conseguir escoar os produtos devido ao frete. Esta questão afeta 80% dos setores industriais”, destaca o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry. A entidade já entrou com uma ação na Justiça Federal visando à suspensão imediata da Resolução 5.820 de 2018 da ANTT.

A greve dos caminhoneiros e a crise cambial da Argentina, principal destino de produtos manufaturados do Estado, afetaram fortemente as exportações gaúchas em maio. Mesmo com o bom desempenho das commodities – alta de 13,4%, em um total de US$ 812 milhões –, o valor embarcado pela indústria de transformação (US$ 940 milhões), foi 10,6% menor no mês, em comparação ao mesmo período de 2017. Já para o país vizinho, a redução foi de 22,2%. Como consequência dessas dificuldades, as exportações totais do RS também tiveram queda: 0,8%, totalizando US$ 1,77 bi.

A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) ingressou hoje, sexta-feira, com uma ação na Justiça Federal visando a suspensão imediata da Resolução 5.820 de 2018 da ANTT. O presidente em exercício da FIERGS, Cezar Luiz Müller, disse que o tabelamento dos preços mínimos dos fretes desorganizou o relacionamento comercial entre as indústrias e os transportadores, com elevação exorbitante de custos e se caracterizando como uma intervenção desastrosa na livre negociação entre as partes.

“O setor industrial está na iminência de paralisar a produção. Não se trata de uma nova greve do transporte rodoviário, mas sim como decorrência da edição pela ANTT da Tabela de Preços Mínimos de Frete que traz enormes distorções nos custos de logística das fábricas." Este é o início da carta que a FIERGS enviou nesta quarta-feira (6) ao ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, solicitando a imediata suspensão da Tabela dos Fretes.

A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS) alerta que o tabelamento do frete e a reoneração da indústria deverá causar inflação e desemprego. O presidente em exercício da entidade, Cezar Müller, destaca que com a volta dos encargos as empresas terão que repassar os novos custos para o preço final, gerando inflação. “Os que não puderem repassar, por questões de concorrência, vão quebrar, causando desemprego”, ressaltou. “Em outras palavras: quem vai pagar é a população”.  

O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, prevê que a recuperação da indústria gaúcha, prejudicada pela greve dos caminhoneiros, poderá levar até 10 dias. Segundo estimativas da entidade, as perdas previstas para o setor industrial, até a última quarta-feira, já chegavam a R$ 2,9 bilhões em termos de faturamento.

O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) e vice-presidente eleito da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Gilberto Porcello Petry, tem  audiência nesta quarta-feira (30), em Brasília, com o ministro da Casa Civil da Presidência da República, Eliseu Padilha. Representando a FIERGS e a CNI, Petry aborda a urgência de medidas que garantam o retorno à normalidade dos transportes no País.

O presidente da FIERGS e vice-presidente eleito da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Gilberto Porcello Petry, terá audiência hoje, em Brasília, às 15 horas, com o ministro Eliseu Padilha, da Casa Civil da Presidência da República. Representando a FIERGS e a CNI, irá abordar a urgência de medidas que garantam o retorno à normalidade dos transportes no País. Inclusive, a FIERGS está divulgando a seguinte nota:

A paralisação dos caminhoneiros que atinge todo o País e impede a operação normal das fábricas traz perdas aproximadas de R$ 1,6 bilhão à indústria de transformação no Estado até o momento, que podem se agravar caso ela persista. A estimativa é da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), divulgada na tarde desta segunda-feira (28).

O Centro das Indústrias do Rio Grande do Sul (CIERGS) ingressou, nesta sexta-feira (25/5), na Justiça Federal do RS com ação judicial contendo pedido liminar para o fim do bloqueio e desobstrução das vias federais e estaduais pelas quais são transportados produtos das indústrias gaúchas associadas.