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modernização trabalhista

A Lei 13.467, que passou a vigorar em novembro de 2017, trouxe maior segurança jurídica às empresas e gerou mais empregos ao País, avaliaram os participantes do seminário A Evolução da Modernização Trabalhista, realizado na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), nesta terça-feira (12). O presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry, destacou em seu pronunciamento na abertura do evento que a modernização fortalece o diálogo entre empregadores e empregados, com a valorização do que for acordado entre as partes.

A Comissão de Aplicação de Normas da Organização Internacional do Trabalho (OIT), em Genebra, confirmou nesta quinta-feira (7) que a Modernização Trabalhista realizada no Brasil, ao estimular a negociação livre e espontânea de convenções e acordos coletivos, não viola a Convenção 98, que trata do direito à negociação coletiva. A decisão vai ao encontro do que defendia a comitiva brasileira, liderada pelo presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, que participou, esta semana, da reunião anual da OIT.

A Lei 13.467, aprovada no ano passado no Congresso Nacional, e que completou seis meses em maio, adaptou a legislação à realidade atual das relações trabalhistas. Em vista disso, a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), por meio do Conselho de Relações do Trabalho (Contrab) e do Conselho de Articulação Sindical e Empresarial (Conase), realiza o seminário A Evolução da Modernização Trabalhista. Será nesta terça-feira (12), a partir das 9h30min, no Centro de Convenções.

O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, integra a delegação brasileira que apresentou no painel de hoje (segunda-feira), da reunião anual da Organização Internacional do Trabalho (OIT), em Genebra, a Modernização Trabalhista implantada no País.

Atendendo convite da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Petry faz parte da comitiva do setor privado liderada pelo presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, e pelo representante permanente da entidade nacional na OIT, Alexandre Furlan.